Leucismo

 

 

O termo leucismo deriva da palavra grega 𝙡𝙚𝙪𝙘𝙤𝙨, que significa branco. É um fenótipo de animais geralmente escuros, que consiste em apresentar perda de cor, podendo ser quase brancos. Essa variação é atribuída à ação de um gene recessivo. A perda da coloração pode ser observada em todo o corpo ou apenas algumas partes. Não deve ser confundido com albinismo, pois o animal leucístico não possui olhos vermelhos e a sensibilidade à luz típica dos albinos. Embora os leucísticos sejam mais comuns que os albinos, ainda assim são muito raros.

 

"Mas talvez um dia eu lhe conte como o beija-flor me contou."

Amazilia versicolor apresentando leucismo parcial na área da cabeça.

Em segundo plano na foto, cachos da bromélia Aechmea "blue-tango" (Bromeliaceae).

(Rolândia-PR, ano 2012)

Amazilia versicolor apresentando leucismo parcial na área da cabeça.  Em segundo plano na foto, cachos da bromélia Aechmea "blue-tango" (Bromeliaceae).
O mesmo Amazilia versicolor leucístico, libando o néctar da Pyrostegia venusta (Bignoniaceae), também conhecida por Cipó-de-São-João, planta trepadeira silvestre que floresce nos meses de junho a agosto, comum às margens de estradas rurais.

O mesmo Amazilia versicolor leucístico, libando o néctar da Pyrostegia venusta (Bignoniaceae), também conhecida por Cipó-de-São-João, planta trepadeira silvestre que floresce nos meses de junho a agosto, comum às margens de estradas rurais.

(Rolândia-PR, ano 2012)

 

 

Ainda o mesmo beija-flor, nas flores da Barleria micans. O arbusto desta serve de suporte para a trepadeira Thunbergia alata, cujas flores com a parte central negra, lhe valeram o nome popular de Suzana-de-olhos-negros. Ambas as plantas pertencem à mesma família (Acanthaceae).

(Rolândia-PR, ano 2012)

Ainda o mesmo beija-flor, nas flores da Barleria micans. O arbusto desta serve de suporte para a trepadeira Thunbergia alata, cujas flores com a parte central negra, lhe valeram o nome popular de Suzana-de-olhos-negros. Ambas as plantas pertencem à mesma família (Acanthaceae).
As flores da Cerejeira-japonesa (Prunus serrulata- Rosaceae) são muito atrativas apesar de não serem nativas. Na época de floração os beija-flores permanecem o tempo todo entre essas árvores exóticas.

As flores da Cerejeira-japonesa (Prunus serrulata- Rosaceae) são muito atrativas apesar de não serem nativas. Na época de floração os beija-flores permanecem o tempo todo entre essas árvores exóticas.

(Rolândia-PR, ano 2012)

Este Phaethornis pretrei

apresenta um grau mais intenso da anomalia. Segundo uma moradora do local, que presenciou seu nascimento, a ave estava com um ano e meio de idade aproximadamente. Ela dividia o território com pelo menos mais três exemplares normais da espécie e sob todos os outros aspectos

parecia normal.

A flor é de Passiflora edulis (Passifloraceae), o conhecido Maracujá.

(Lençóis-BA, ano 2015)

Este Phaethornis pretrei  apresenta um grau mais intenso da anomalia. Segundo uma moradora do local, que presenciou seu nascimento, a ave estava com um ano e meio de idade aproximadamente. Ela dividia o território com pelo menos mais três exemplares normais da espécie e sob todos os outros aspectos  parecia normal.  A flor é de Passiflora edulis (Passifloraceae), o conhecido Maracujá.
Amazilia versicolor (leucístico)_123A6000 Stachytarpheta dichotoma (Verbenaceae).JPG

Amazilia versicolor 

apresenta um grau brando de leucismo, que consiste na perda da sua coloração  basicamente verde e iridescência. Apesar disso era um exemplar  muito ativo e territorialista.

As flores são de Stachytarpheta dichotoma (Verbenaceae).

(Rolândia-PR, ano 2021) 

Amazilia versicolor 

Nesta imagem do mesmo indivíduo acima, podemos visualizar que a pele na garganta é bastante escura. A despigmentação ocorreu apenas na plumagem.

As flores são de Stachytarpheta dichotoma (Verbenaceae).

(Rolândia-PR, ano 2021) 

Amazilia versicolor (leucístico)_123A6180 Stachytarpheta dichotoma (Verbenaceae).JPG